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CBH Preto Paraibuna realiza última plenária do ano

O Comitê da Bacia Hidrográfica dos Afluentes Mineiros dos Rios Preto e Paraibuna (CBH Preto Paraibuna) realizou no dia 13 de dezembro sua última plenária do ano de 2018. A reunião aconteceu no Palácio da Saúde, em Juiz de Fora/MG, com a presença de 23 participantes, entre membros e convidados. Na ocasião, foram definidas ações e posicionamentos fundamentais para o desenvolvimento de projetos e programas no âmbito do Comitê em 2019.

A abertura do encontro foi marcada pela palestra sobre “Plataforma de Bioquerosene e Renováveis da Zona da Mata” - Projeto Macaúba”, conduzida pela economista Jackson Fernandes Moreira Júnior, representante da Prefeitura de Juiz de Fora. A apresentação tratou das diretrizes técnicas, econômicas, sociais e ambientais para formalização e implantação do Projeto Macaúba, que visa promover o desenvolvimento sustentável na região da Zona da Mata.

A plenária definiu que em 2019, em parceria com o Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (CEIVAP), será desenvolvido na bacia o programa PROTRATAR, além de programas de recomposição de APPs e de nascentes. Foi alinhado ainda que com apoio da Agência da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (AGEVAP), secretaria executiva do Comitê Preto Paraibuna, serão adotadas estratégias para que os 30 municípios da região sejam visitados por membros da direção e plenária, para levar ao conhecimento da população o que é e o que faz um Comitê de Bacia.

Encerrando a reunião, o presidente do CBH, Wilson Acácio, fez um breve balanço das ações desenvolvidas pelo Comitê Preto e Paraibuna desde agosto, quando a nova diretoria assumiu os trabalhos. “O tempo foi curto, mas a diretoria avalia que o saldo foi positivo”, afirmou. O presidente agradeceu o apoio dos representantes e desejou boas festas.

Proposta de parceria com o Projeto Macaúba

Em sua apresentação sobre o projeto, Jackson Fernandes informou há possibilidade de injeção de recursos da ordem de 2 bilhões de reais para o reflorestamento com macaúba em 130.000 hectares da região, até 2050, aumentando a capacidade de recarga das bacias hidrográficas da região, com a garantia de suprimento de água potável, já que a macaúba é nativa da Mata Atlântica, com pouco consumo de água, e além disso, provoca o armazenamento de grande quantidade do líquido no solo. De acordo com Jackson, 46 municípios da região já assinaram protocolo de adesão ao Programa, que coincide com a área de jurisdição da bacia hidrográfica do Preto e Paraibuna. Durante a reunião, os membros do CBH Preto e Paraibuna aprovaram o encaminhamento de uma proposta de parceria com o Projeto Macaúba.

21/12/2018
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