Notícia

CBH Preto e Paraibuna visita Represa de Chapéu D’Uvas

No dia 6 de junho, durante as comemorações da Semana do Meio Ambiente, o Comitê da Bacia Hidrográfica dos Afluentes Mineiros dos Rios Preto e Paraibuna (CBH Preto e Paraibuna), realizou uma visita de conhecimento à Represa Chapéu D’Uvas. Esta visita, de cunho técnico, para conhecer a área da represa.

O Grupo de Trabalho (GT) é instituído para realização de estudos facilitando a criação do Consórcio Público para a Gestão Compartilhada da Represa de Chapéu D’Uvas. A visita contou com a presença de todos os representantes do GT. Sendo eles: Wilson Acácio, Elizabeth Barbosa, Arthur Valente, Igor Luna, Maria Regina de Oliveira, Alexandre Martins, Marcos Valério Nepomuceno, Edcléia Campos, Matheus Cremonese, Ingrid Delgado, Alexandre Cid, Pedro Machado, Vitor Virgínio. O encontro na Barragem da Represa de Chapéu D’Uvas, que fica no município de Ewbank da Câmara, teve início às 9h e, após a chegada de todos participantes do Grupo de Trabalho ocorreu um passeio na área do entorno da barragem, guiado pelo professor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e também membro do Grupo, Pedro Machado, que defendeu sua tese de doutorado sobre a represa. Durante o passeio o professor aproveitou o momento e a presença de todos para fazer uma explicação sobre o Rio Paraibuna, que passa pela área e compõe a represa, seguindo no sentido de Juiz de Fora, (MG).

Em seguida, os componentes do GT foram para outro ponto, as margens da represa, para verificar, no lugar, os impactos negativos que estão sendo provocados pela ocupação desordenada no entorno do manancial. Wilson Acácio, presidente do CBH Preto e Paraibuna e, também, do GT, mostrou a importância da instituição deste Grupo, através de Deliberação Normativa (DN), para que sejam realizados estudos técnicos-científicos visando atenuar os impactos ambientais não só no entorno do lago, mas também em suas águas.

A Represa:
As obras de Chapéu D’Uvas tiveram início na década de 50 com a finalidade de “defender” a cidade de Juiz de Fora (MG) das constantes inundações, em épocas de chuvas, regularizando, assim, as águas do Rio Paraibuna na área urbana. À época, houve estudos visando o aproveitamento do lago para fornecimento de energia das usinas hidrelétricas. Atualmente, além ser outra fonte de abastecimento de água potável para a cidade, além da diluição da poluição na área urbana. Após várias paralisações, a obra da barragem foi finalizada em 1994. As principais características da Chapéu D’Uvas são: está situada a 50 km da nascente do Rio Paraibuna e possui 12 km² de espelho d’água, podendo abastecer até cinco mil litros de água por segundo.

28/06/2019
COMUNICAÇÂO AGEVAP
Telefone: (24) 3355-8389
E-mail: comunicacao@agevap.org.br